A GRANDE FARSA DOS DIREITOS HUMANOS

 

 

            O mundo acabara de sair da Segunda Guerra Mundial na qual foram cometidas muitas atrocidades, por parte dos nazistas, dos japoneses e dos aliados, aí incluídos os Estados Unidos, a Inglaterra e a Rússia.

            Milhões foram mortos em combates e milhões simplesmente assassinados. Envergonhados os líderes mundiais quiseram colocar panos quentes e afastar o mau cheiro de milhões de mortos. Criou-se, então, a Organização das Nações Unidas, no mesmo ano em que a guerra terminou. Nações Unidas que até hoje não congregam todas as nações do planeta, tratando-se mais de uma entidade político com a falsa finalidade de promover a paz mundial.

            Em dezembro de 1948, a Assembleia Geral das Nações Unidas elaborou a grande farsa mundial que foi a Declaração Universal dos Direitos Humanos que entre outros “considerandos”, considerava que o reconhecimento inerente a todos os membros da família humana e de seus direitos iguais e inalienáveis é o fundamento da liberdade, da justiça e da paz do mundo.

            Tudo muito bonito, enquanto o mundo ainda se refazia da Segunda Guerra Mundial e tão logo a declaração foi promulgada, americanos e russos separaram a Coreia. O mundo dividia-se em duas partes, um lado capitalista e outro comunista e os coreanos vivem ameaçados até hoje. Mas não parou aí, pois em 1955, dez anos após o término da Segunda Grande Guerra lá estavam os americanos de novo numa das mais sangrentas batalhas: a Guerra do Vietnam. É ou não é uma farsa essa Declaração Universal dos Direitos Humanos? Além do mais, trata-se da maior hipocrisia cometida pela humanidade.

            A Declaração Universal dos direitos Humanos, como peça literária, é muito bonita. Quem se interessar e ver como é hipócrita essa declaração vá no endereço  https://www.unicef.org/brazil/pt/resources_10133.htm .

            Essa declaração soa, para mim, como compra de consciência política dos homens que governam o mundo. A própria ONU é outro embuste já que não proíbe conflitos militares e basta ver o que acontece no Oriente Médio. Há países que lutam há séculos, outros há milênios, mas toda a humanidade tem direito a viver em paz.

            As chamadas minorias reivindicam os direitos humanos, mas nenhuma delas conhece os deveres humanos. Os homens de todo o mundo não respeitam a diversidade, a natureza, o ambiente e nem o próprio homem. O mundo passa fome, morre de doenças e uns idiotas falam em direitos humanos. As guerras povoam todos os continentes, se não guerras militares, guerras urbanas. Terroristas cometem atentados de toda natureza. Políticos corrompem a tudo e a todos e dizem que fazem o que fazem pelo bem comum.

            Proponho a elaboração da Declaração do Dever Humano, com um único artigo:

 

Artigo único: Todo ser humano tem o dever de zelar pelo ambiente em que vive, ajudar o mais fraco, alimentar aquele que tem fome e sede, cuidar daquele que estiver doente, abrigar o que tem frio, ensinar aquele que sabe menos e respeitar as diferenças sociais, étnicas e religiosas.

 

Ivan Jubert Guimarães

16/03/2018

GÊNIOS QUE PARTEM

 

 

Quando soube da morte de Bebeto de Freitas fiquei triste, pois o admirava bastante. A ele coube apenas o papel de pai de uma geração de prata. Quanta injustiça. Foi graças ao seu talento que jovens de ambos os sexos abraçaram o voleibol como esperte preferido, e dali nasceram as gerações de ouro.

 

Antes de Bebeto de Freitas ninguém ia aos ginásios para assistir partidas de um jogo que poucos conheciam. Ninguém ouvira falar em Bernard, Xandó, Renan, Montanaro e tantos outros. Estes homens foram os pioneiros, os desbravadores de um esporte que no Brasil hoje só perde para o futebol no número de praticantes.

 

Os seguidores de Bebeto tornaram-se campeões olímpicos graças à herança deixada por ele. Claro que todos têm seu valor nas conquistas.

 

Mudando completamente de assunto, vi que outro gênio partiu deste planeta: Stephen Hawking. Este homem desenganado ainda na infância por uma doença degenerativa viveu mais de 50 anos, tendo escrito livros sobre física, sobre Deus, sobre a origem do Universo, universo esse que ele transformou numa casca de noz.

 

Há uma terceira pessoa que a imprensa brasileira classifica como gênio e que ainda vive. Trata-se de Neymar, um moleque deslumbrado e egoísta que se deixa fotografar em uma cadeira de rodas, com a perna esticada para homenagear Stephen Hawking. Brincadeira ou não, tremendo mau gosto de um garoto mimado que deseja ser o número um do mundo, mas falta-lhe a humildade e o espírito de corpo. Gosta de brilhar sozinho, é reclamão e tem se mostrado vaidoso ao extremo. Gosta do luxo e de se exibir.

 

Não aprendeu com Bebeto de Freitas o que é fazer parte de uma equipe. Se quis homenagear Stephen Hawking que o fizesse com uma atitude inteligente e não com uma molecagem.

 

Ivan Jubert Guimarães

14/03/2018

[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]
Meu Perfil
BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, LIBERDADE, Homem, de 56 a 65 anos, English, French, Livros, Cinema e vídeo
MSN -